Estamos muito felizes e agradecidos, agora estamos colhendo os frutos que plantamos durante esses 3 anos de Brazlândia Sustentável.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Aprendendo sobre os Animais taxidermizados
"Taxidermia"
(termo Grego que
significa "dar forma à pele") é a arte de montar ou reproduzir animais para
exibição ou estudo. É a técnica de preservação da forma da pele, planos e
tamanho dos animais (Hidasi Filho, J., 1976).
É usada para a
criação de coleção científica ou para fins de exposição, bem como uma
importante ferramenta de conservação, trazendo também uma alternativa de lazer
e cultura para a sociedade. Tem como principal objetivo o resgate de espécimes
descartados, reconstituindo suas características físicas e, às vezes, simulando
seu habitat, o mais fielmente possível para que possam ser usados como
ferramentas para educação ambiental ou como material didático.
É um procedimento
exercido por biólogos, que envolve conhecimentos de diversas áreas além da
Biologia, como: Química, Anatomia, Comportamento, Ecologia, Artes Plásticas, entre
outras. É uma técnica aplicada somente em animais vertebrados e seus registros
mais antigos remontam ao império egípcio, a cerca de 2.500 a.C.
Popularmente o
termo "empalhar” já foi usado como sinônimo de “taxidermizar” entretanto
há muito tempo não se usam mais os rústicos manequins de palha e barro para
substituir o corpo dos animais.
A Taxidermia
atende a diferentes públicos como donos de animais domésticos, pescadores e
caçadores desportistas, criadouros de animais comerciais, bem como museus de história
natural, entidades conservacionista, zoológicos, universidades e mais
recentemente o teatro e a televisão.
Na preparação de
animais para taxidermia, são usadas diversas técnicas como, preparação de
esqueleto, preparação de pele cheia, montagem em série, montagem para
exposição, preparação de pele em curtume, diafanização, infiltração em parafina, fixação e montagem de
coleção de insetos de várias espécies.
Taxidermia Pária
consiste na
criação de animais embalsamados que não possuem uma forma real no seu todo.
Peças resultantes desta prática normalmente são compostas por partes de dois ou
mais animais embalsamados representando híbridos irreais como quimeras, figuras mitológicas, ou
criaturas simplesmente provenientes do imaginário do autor. Para além de serem
utilizadas partes distintas de diferentes animais nas peças de taxidermia pária,
também é recorrente o uso de materiais artificiais, mais duráveis e que
possibilitam resultados mais diversificados. Muitos taxidermistas não
consideram esta prática como verdadeira taxidermia. A Taxidermia Pária é
comumente vista em apresentações de slide e museus/shows ambulatórios como
criaturas extravagantes genuínas.
Quando o ornitorrinco foi
descoberto pela primeira vez por europeus em 1798 e um pêlo e esboço do animal
foram enviados para o Reino Unido, alguns pensaram que o animal
era um embuste. Pensaram que um taxidermista tinha cosido o bico dum pato no
corpo de uma espécie de castor. George Shaw que
produziu a primeira descrição do animal na "Naturalist's Miscellany) em
1799, até chegou a levar uma tesoura até à pele seca do animal em busca dos
pontos de sutura.
O termo original
"Rogue Taxidermy" (Taxidermia Pária) foi introduzido pelo grupo MART
(The Minnesota Association of Rogue Taxidermists) sediado em Minneapolis, em
Outubro de 2004, mais especificamente pelos fundadores da associação, Sarina
Brewer, Scott Bibus, e Robert Marbury. O termo apareceu impresso pela primeira
vez num artigo da New York Times sobre a exposição estreia do grupo a 3 de
Janeiro de 2005.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Amostra de Ciências
Hoje foi realizado no Centro de Ensino Médio 1 de Brazlândia a Amostra de Ciências. O grupo BraSus estava localizado na sala de Educação física próxima ao patio.
Queremos Agradecer a Paula Costa, Johnson e Thaís Helena que se disponibilizaram para vir com os animais taxidermizados do Zoológico de Brasilia para a nossa apresentação e a todos que nos prestigiaram nesse dia tão importante.
Queremos Agradecer a Paula Costa, Johnson e Thaís Helena que se disponibilizaram para vir com os animais taxidermizados do Zoológico de Brasilia para a nossa apresentação e a todos que nos prestigiaram nesse dia tão importante.
domingo, 11 de novembro de 2012
Ministra do Meio Ambiente diz que Brasil reduz desmatamento
07-Nov-2012
Para ela, País não recebe compensação por avanços
Da Agência Brasil
O Brasil é o País que mais reduz o desmatamento e as
emissões de carbono no planeta. Ao destacar a posição
de liderança do governo brasileiro nas metas previstas em
acordos internacionais de mudanças do clima, a ministra
do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que o País não tem
recebido a compensação devida por esses avanços.
— O Brasil está fazendo muito sem ter o retorno que poderia ter.
— O Brasil está fazendo muito sem ter o retorno que poderia ter.
O Fundo da Amazônia só tem doação, até hoje, da Noruega, da
Alemanha e da Petrobras, uma empresa brasileira que aloca
recursos na Amazônia. Cadê os outros doadores? Nós
estamos reduzindo o desmatamento. A contribuição brasileira
continua.
Pelos números do MMA (Ministério do Meio Ambiente), o
Pelos números do MMA (Ministério do Meio Ambiente), o
desmatamento ilegal na região caiu de 29 mil quilômetros
quadrados (km²) em 2004 — ano em que foi registrada a
maior degradação na região — para 6,4 mil km² em 2012.
Este mês, o MMA deve divulgar mais uma redução da área
degradada.
A expectativa de países em desenvolvimento e nações mais
pobres é que o tema volte a ser debatido durante a 18ª
Conferência das Nações Unidas para o Clima, quando as
nações menos desenvolvidas esperam avançar na elaboração
da segunda etapa do Protocolo de Quioto —
que estabelece as
metas de redução de emissões de gás de efeito estufa para
os países desenvolvidos. A COP18 começa no fim deste mês e vai
até o início de dezembro, em Doha, no Catar, com a
participação
de representantes de 190 países.
Apesar de endossar a aposta, a ministra não acredita em uma
definição sobre o cálculo das emissões de carbono e as
compensações.
— O Brasil trabalha enquanto os ricos países desenvolvidos
emitem? Isso vai aparecer no debate sobre a segunda
rodada
de compromissos do Protocolo de Quioto, mas vai
ser definido
de 2013 a 2015.
Ela se referiu ao período que vai anteceder o novo
Acordo-Quadro sobre Mudanças do Clima entre os
países
signatários da Convenção das Nações Unidas.
As estratégias brasileiras para manter o ritmo de redução de
emissões têm sido estudadas por representantes do
Ministério
da Fazenda e do MMA. A definição de políticas de
mudanças do
clima também está na pauta de discussões
do Congresso
Nacional.
Ainda que o Brasil defina compromissos internamente, a questão
precisa ter uma regulamentação internacional, assim
como a
definição do Redd — sigla que define a Redução das
Emissões
Geradas com Desmatamento e
Degradação Florestal nos Países
em Desenvolvimento. O mecanismo, que tem sido o
centro das
polêmicas nas discussões sobre clima, funcionaria como
uma
compensação financeira para os países em
desenvolvimento
ou para comunidades desses países, pela preservação de suas
florestas.
Segundo Izabella Teixeira, o Fundo da Amazônia é o único
mecanismo de REDD, em prática, que o governo
reconhece.
O fundo foi criado em 2008 para
captar doações para investimentos
em prevenção, monitoramento e combate
ao desmatamento e
para a conservação e o uso sustentável das florestas
amazônicas.
— O que adianta eu implantar mecanismos que, muitas vezes,
depois, não são reconhecidos internacionalmente.
Lembro
que a conta tem que ser paga pelos países
desenvolvidos
que não estão reduzindo suas emissões na
magnitude que
deveriam.
A ministra acrescentou que o governo brasileiro retomou a
negociação de um acordo com os Estados Unidos para
estabelecer a segunda fase de
cooperação destinada ao
monitoramento e combate a incêndios e queimadas, nos
moldes da parceria firmada na década de 1990.
— Isso envolve o desenvolvimento de tecnologias para o
monitoramento de queimadas, treinamento de pessoas
no combate a incêndios florestais e a qualificação
dos
gestores de áreas protegidas no manejo do fogo no
Brasil.
O acordo também está sendo debatido com especialistas
da UnB (Universidade de Brasília) e dos serviços florestais
americano e brasileiro.
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